sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
sábado, 27 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
(')(,)
The night life sucks-Saturday night: 4.48A.M-peolple online: 3-just 3 : faup people-Curiosity: faup people are the only with computer and internet access-We are the best.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
domingo, 7 de novembro de 2010
Barbarians
"Leonard thinks it's the end of civilization: People who are invited at 4 arrive at 2:30."
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
domingo, 10 de outubro de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Anestesia geral.
Esquecer uma mão que é minha, mas não compreende o que lhe dito. Anular uma parte que me pertence, mas não responde aos meus estímulos. Amputar uma perna para poder, correr! Receio facilmente legitimável, presumo. Liberdade indesejada, imprevisível, incontrolável, possivelmente sobrevalorizada. Ou apenas mal interpretada. Se tivesse escolha, não seria a minha escolha. Impessoal, sempre. Racionalmente, seria um corte limpo. Impessoal, sempre.
A mãe vive, e não sou eu. O pai está morto, e não serei eu, orfã de pai, em colo materno, eternamente insubstituível.
Corte sujo, torniquete. Antes que a carne morra num espasmo temporal, ou decida a perna ter vida própria.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
sábado, 15 de maio de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010

" Na embriaguez do haxixe nada há que se pareça. Não sairemos do sonho natural. A embriaguez será, em toda a sua duração, um imenso sonho, graças à intensidade das cores e à rapidez das concepções; mas conservará sempre a tonalidade individual do indivíduo. O homem quis sonhar,o sonho governará o homem; mas esse sonho será filho de seu pai. O ocioso procurou introduzir artificialmente o sobrenatural na sua vida e no seu pensamento; mas, apesar de tudo, e não obstante a energia acidental das suas sensações, é apenas o mesmo homem aumentado, o mesmo número elevado a uma altíssima potência. É subjugado; mas, por sua infelicidade é subjugado por si mesmo; quis ser anjo, tornou-se animal, momentaneamente poderosíssimo, se é que se pode chamar poderosa a uma sensibilidade excessiva, sem governo que a modere ou aproveite.
(...)
- Eis portanto, a felicidade! Enche uma pequena colher! A felicidade, com todas as ebriedades, todas as loucuras, todas as infantilidades! Podeis engolir sem receio; não se morre disso. Os vossos orgãos físicos não sofrerão qualquer dano. Mais tarde, talvez, um por demais frequente apelo ao sortilégio, diminuirá a força da vossa vontade, talvez sejais menos homem do que o sois hoje; mas o castigo vem tão longe, e o desastre futuro é de natureza tão difícil de definir! Que arriscais? Amanhã, um pouco de fadiga nervosa. Não arriscais todos os dias maiores castigos por recompensas mais pequenas?
(...)
O vapor silvou, o velame está orientado, e vós tendes sobre os viajantes vulgares o curioso privilégio de ignorardes aonde ides.
Assim o quisestes, viva a fatalidade! "
(...)
- Eis portanto, a felicidade! Enche uma pequena colher! A felicidade, com todas as ebriedades, todas as loucuras, todas as infantilidades! Podeis engolir sem receio; não se morre disso. Os vossos orgãos físicos não sofrerão qualquer dano. Mais tarde, talvez, um por demais frequente apelo ao sortilégio, diminuirá a força da vossa vontade, talvez sejais menos homem do que o sois hoje; mas o castigo vem tão longe, e o desastre futuro é de natureza tão difícil de definir! Que arriscais? Amanhã, um pouco de fadiga nervosa. Não arriscais todos os dias maiores castigos por recompensas mais pequenas?
(...)
O vapor silvou, o velame está orientado, e vós tendes sobre os viajantes vulgares o curioso privilégio de ignorardes aonde ides.
Assim o quisestes, viva a fatalidade! "
' Os Paraísos Artificiais ',
Charles Baudelaire
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